
Hipersonia: o que é? Como afeta o organismo? Saiba tudo com a F.A.!
Ter um bom sono é essencial para a saúde. Mas você sabia que muitas pessoas convivem com distúrbios sérios do sono? Um deles é a hipersonia — um problema que afeta muito a rotina e o bem-estar, tornando a pessoa sempre sonolenta e cansada.
A Associação Americana de Sono aponta que o problema se assemelha à narcolepsia, com uma diferença: quem tem hipersonia não tem dificuldade para dormir. A semelhança se dá pela condição neurológica que interfere no sono.
Você já ouviu falar nisso ou conhece alguém que dorme muito além do normal e vive sonolento? Então acompanhe o post — vamos contar tudo sobre o assunto!
O que é hipersonia e como surge?
A hipersonia é um distúrbio do sono que leva o indivíduo a dormir muitas horas por dia. Os principais sintomas são cansaço e sonolência excessiva, que podem restringir — ou até impedir — a realização das tarefas do dia a dia com eficiência.
Além disso, acordar se torna muito difícil, mesmo com o alarme no volume máximo. O sono fica tão profundo que o corpo praticamente se desliga das influências externas.
Mesmo dormindo por tanto tempo, a pessoa ainda sente vontade de cochilar ao longo do dia. Entre o sono noturno e o diurno, ela pode facilmente passar 18 horas ou mais dormindo.
Dois tipos de hipersonia:
A hipersonia idiopática com sono prolongado mantém o indivíduo adormecido por 12 a 14 horas por dia. Acordar se torna extremamente difícil e, mesmo depois de levantar, a sonolência diurna persiste.
Já a hipersonia idiopática com sono reduzido apresenta os mesmos efeitos, mas com um sono de menor duração — entre 6 e 10 horas.
Fatores que podem desencadear a hipersonia:
- Apneia do sono
- Uso de drogas lícitas e ilícitas
- Doenças neurológicas
- Depressão
- Uso excessivo de medicamentos para dormir
Sente muito sono e se identifica com esses sintomas? Por isso, é fundamental consultar um profissional especializado. Ele pode identificar corretamente a causa e indicar os tratamentos adequados.
Consequências da hipersonia
Todos os sintomas da hipersonia resultam em grande perda de concentração. Isso afeta diretamente a vida profissional, já que a pessoa não consegue realizar as atividades com eficiência. Para quem estuda, o aprendizado também fica comprometido — o conteúdo dificilmente entra na memória.
Além disso, os reflexos ficam mais lentos e a coordenação motora sofre. Por isso, dirigir se torna muito perigoso — afinal, não é apenas uma vida que fica em risco. O raciocínio e o pensamento também perdem velocidade.
A doença pode afetar, ainda, a vida social — especialmente com pessoas que não entendem o que está acontecendo. Quem tem hipersonia frequentemente não consegue cumprir compromissos e interage pouco com os outros, pois passa boa parte do tempo dormindo.
Diferente de um dia ou outro sem dormir por sobrecarga, esse distúrbio persiste por muito tempo e compromete a qualidade de vida de forma progressiva.
Como o médico diagnostica a hipersonia?
O médico costuma fechar o diagnóstico quando os sintomas persistem por mais de 90 dias. A partir daí, pode solicitar tomografia axial, ressonância magnética e polissonografia.
Tratar a hipersonia é fundamental. Além de prejudicar a vida profissional e pessoal, o distúrbio coloca em risco a própria vida do paciente — pela falta de atenção, pelos reflexos lentos e pela sonolência constante.
Hipersonia tem cura? Quais são os tratamentos?
A hipersonia não tem cura, mas diferentes tratamentos ajudam a controlar o sono excessivo.
Após os exames, o médico pode prescrever medicamentos para deixar a pessoa mais desperta e com mais energia.
Além disso, algumas estratégias complementares ajudam a reduzir os efeitos do distúrbio:
- Praticar exercícios físicos regularmente
- Fazer terapia do sono
- Praticar ioga ou meditação
- Considerar o Feng Shui, que trabalha as energias do ambiente e do corpo
Quer saber mais sobre o Feng Shui e o sono? Temos um post exclusivo sobre o assunto — confira depois!
Outra estratégia eficaz é ajustar gradualmente o horário de dormir. Por exemplo, quem tem o hábito de deitar às 20h pode passar a dormir mais tarde, aumentando o tempo acordado ao longo do dia.
O objetivo é reduzir os efeitos do distúrbio e oferecer mais qualidade de vida — deixando a pessoa mais relaxada, desperta e menos irritada pela sonolência excessiva.
Por isso, fique atento aos sinais. Quanto mais cedo o tratamento começa, menores os impactos na rotina.
Cuidar da saúde inclui dormir bem — mas não em excesso! Aqui no blog temos muitos posts sobre qualidade do sono e bem-estar. Aproveite para explorar mais sobre esse tema tão importante para o organismo. E não esqueça de compartilhar com amigos e familiares! Até a próxima!
